Category Archives: Minhas Histórias

E a idade chega

Ontem tive treino de vôlei e pulei mais que perereca em panela quente. Era treino de bloqueio e eu, anã que sou, tive que fazer um esforço gigante para passar pelo menos meio dedo que fosse da rede. O resultado é que hoje eu sinto dores até em músculos que eu não sabia que existiam. Mas o pior é a dor no tal do nervo ciático. Afemaria! E eu achando que só velhos sentissem dor no ciático! Começou no reveillón, quando decidimos ir a pé do Mercado Central ao Rosa Sul. Pra subir a lomba não foi problema, agora, pra descer… Nem o espumante amenizou!

Saudades do tempo de criança… Saía do treino da escola, pulava o muro da Unisinos e corria pro ginásio treinar com o time de lá. Isso que eu sempre ficava pra trás para empurrar as empacadas que não conseguiam pular o muro sozinhas. E na volta era pior, pois os guardas da Unisinos soltavam os cachorros atrás da gente! Mesmo assim, o corpinho tava sempre bem. Fora umas cicatrizes de cacos de vidro e caneladas do futebol, era como se eu passasse as tardes brincando de Barbie.

Agora não! A idade pesou! Se mexer demais, dói! Se correr demais, dói! Se respirar mais forte, dói também! Não dá mais pra fazer o que fazíamos quando crianças, especialmente combinado com o que fazemos depois de adultos. Se treinar, não beba. Se beber, durma! Se dormir, certifique-se de que você está no lugar apropriado pra isso!

Aí esse ano o Diego, que é o mais velho dos primos/irmãos, completou 30 anos! Trintão! Com direito a crise e tudo mais. O Gabi, que é o terceiro da escala, já é papai da Isadora que faz DOIS anos em novembro! Mas o que me faz ver que o tempo passou mesmo, que a idade chegou valendo, é a Nana. A Nana, que é a caçula, vai morar com o namorado ainda esse mês. A CA-ÇU-LA já tá velha. Imagina o resto!

Lamentável constatar que envelheci!

Overwhelming feelings

Engraçado! Já abri essa página para escrever, pelo menos três vezes hoje. Não saiu nada! E agora que decidi que escreveria qualquer coisa que me viesse a cabeça ou ao coração, tenho que fazê-lo entre um obstáculo felino que insiste em querer colo! Eu também quero colo!

Já me senti assim, mas não sei bem o que é. Ou não sei explicar. Ironia me faltarem palavras. Aí lembrei do post do Rafa, que disse que conseguia se expressar melhor em inglês e pronto: overwhelmed é como me sinto! Não existe uma tradução exata dessa palavra em português, por mais que conste nos dicionários algo como “esmagador” ou “opressivo”. Na verdade não é um sentimento ruim… nem bom! É uma mistura de tantas sensações que tu acaba ficando sem chão.
Tô sem chão! Overwhelmed.

Será que é isso? Sei não. Tô sem foco. Acho que foco é a palavra, não chão. Tô dispersando energia. Não tô conseguindo direcionar só pra onde precisa, sabe? Como se tivessem sugado toda minha força e me deixado lá, sem saber pra onde ir, sem mapa, sem bússola e sem forças para realizar aquilo que esperam que eu realize. E daí me culpo por não conseguir fazer nada direito… Por quê? Ninguém tá nem aí… Ninguém se preocupa tanto!

Férias! Acho que preciso de férias! Mas me recuso a passar dias em casa me recuperando de uma briga que não era minha, cuidando de feridas que nunca deveriam ter sido cutucadas. Me incomoda absorver tudo isso! Que isso? Nunca fui assim! De algum jeito que não sei qual foi, meu campo de força se rompeu e eu me deixei enfraquecer… Mas tudo bem, faz parte da vida passar por isso… Agora já dei aquele impulso pra sair do poço! E aí, sai da frente… ou atropelo!

Beta e Mônica II – A Missão

Aí o Concórdia resolveu inscrever seus times de vôlei feminino e futebol masculino num torneio lá em Marechal Cândido Rondon, no Paraná. Terra do Wilmutt. Pois é, eu já estive lá. A ideia é que as meninas do vôlei também jogassem futebol, já que lá no Concórdia, éramos poucas as que gostavam de esportes, então praticamente as mesmas “atletas” em todos os times. E fomos! De busão! Aquela turma.

Várias horas de muita bagunça, muitos namoricos e um banheiro interditado pelo Véio (que culpa até hoje o sanduíche de mortadela do Furlan) depois, chegamos ao nosso destino. Um calor, uma cidade com terra vermelha, daquelas que tu vai limpar o suor do rosto e deixa uma marca de argila, sabe? E nós alojados na escola de lá. Gurias pra um lado (todas em colchões no chão, em um mesmo ambiente), guris pro outro.

Depois de uma noite de sono (não tão bem dormida assim!), acordamos prontas para o primeiro jogo, que seria de futebol. Eu e a Mônica éramos titulares dos dois times, mas o time de vôlei era bom, o de futebol não! Logo, a ideia era de que não nos desgastássemos muito para estarmos bem fisicamente para o massacre voleibolístico! Sacamos nossa arma secreta da mala e fomos nos fardar.

Tínhamos levado um tubo de spray azul de pintar cabelo. Daqueles que sai com shampoo, mas que deixam o cabelo mais duro que um pau. Aparecemos as duas, lindas, de duas tranças cada, com os cabelos azuis. Jogadora que é jogadora, faz balaca, né? Fomos jogar. Não preciso nem dizer que, conforme íamos suando, a pasta azul ía escorrendo, manchando o rosto, as mãos, o uniforme… E a gente lá, dando o sangue no futsal.

Acabou o jogo, eu e a Mônica viradas em smurfs, e foi a vez do vôlei: nossa esperança de medalha. Entramos lá e… fomos retiradas do time em poucos minutos. Estávamos mortas, não conseguíamos nos mexer. O nosso técnico ficando cada vez mais brabo. Tentava nos colocar de novo e nada, só cagada…

Mas tudo bem, estávamos nos divertindo igual. Tudo era festa!

Acabou o jogo e voltamos pro alojamento. O time dos guris em peso veio atrás da gente pra pintarmos os cabelos deles também. Foi lindo! Todo mundo azul… A gente pulando, brincando… Pra algazarra sempre sobre uma energia…
Até que apareceu o Chico… nosso técnico… brabo… muito brabo!
Pegou eu e a Mônica pelo braço e disse: _ Vocês duas vão ficar aí dentro do quarto, quietinhas, pensando no que fizeram! Concentração pra vocês até amanhã!

E lá ficamos…

No outro jogo a gente se comportou!

Felipão no inter???

Acorda do sonho, colorado!
Felipão no Inter

Felipão no Grêmio!!!

1 Libertadores da América
1 Campeonato Brasileiro
1 Copa do Brasil
1 Recopa Sul-Americana
3 Campeonatos Gaúchos

“É uma besteira, quem inventou é um maluco-beleza que tem que ser preso – afirmou.”

A draga

Já disse, aqui mesmo nesse espaço, que odeio gente que come e não engorda. Já disse também que não invejo aqueles magros que vivem de alface, mas odeio de morte aqueles que passam 24 horas por dia mastigando enquanto que, só de pensar em comer uma coisinha gostosa que seja, já engordo.

Pois bem, ontem (tá, não sei quando vou publicar isso, mas no momento em que eu escrevo, isso foi ontem!) fui ao jogo do meu querido tricolor e, como tem acontecido nas últimas vezes, o Véio estava de plantão e nos encontraria direto no estádio. Ele saiu cedo do trabalho, umas duas horas antes de chegarmos, e aproveitou para fazer uma boquinha. Sentou no buteco, pediu um xis e uma Polar. Terminada a refeição, olhou no relógio e percebeu que ainda faltava muito tempo para que chegássemos. O que fazer? Melhor passar o tempo na companhia de mais um xis e mais uma Polar. E ele comeu! Não porque ele estava com fome, mas para passar o tempo. DOIS xis!
Chegamos, compramos algumas cervejas e o Véio nos conta, então, que havia comido dois xis. Pensei comigo: “aposto que esse desgraçado ainda vai chegar em casa e jantar uma pratada de comida”. Nem precisei esperar muito.
Durante o jogo, o Diego comprou um cachorro quente. Ofereceu. Ninguém quis, a não ser o Véio. Aham! Tascou uma dentada no cachorro do Diego. Aí eu comprei um Fandangos (tá, confesso, ontem decidimos não assistir o jogo da Geral, mas junto aos pipoqueiros da bandeirinha de escanteio). O Fandangos foi divido entre Paulo, Diego, Beta e… o Véio. Óbvio! Aí abriu o apetite do Paulo que foi lá comprar um cachorro quente pra ele. Pra não fazer desfeita, o Véio experimentou esse também.
Não quero nem perguntar, mas aposto que quando ele chegou em casa, ainda fritou o bife que ele tinha deixado descongelando de manhã. Véio, só não te odeio porque te amo! Mas que draga, hein?

Exercício de auto-estima

Beta: O que a Rô achou do roteiro?
Diego: Adorou! E o outro comentário, sobre a parte do “eu sou uma gênia”: _ “Não sei quem é pior, se é tu ou a Beta…”
Beta: E temos culpa por sermos tão bons?
Diego: É o que eu sempre digo! Irritantes são aqueles que se acham bons mas não são bons. Isso sim, me irrita! Mas como nós somos o máximo, podemos nos achar o máximo!
Beta: Também acho! Na real só falamos a verdade.
Diego: É!
Beta: Aquilo que ta aí, pra todo mundo ver.
Diego: Eu até gostaria de ser mais comunzinho, mas não consigo!
Beta: Eu não! Não gosto de gente comum.
Diego: É natural. Esse nosso diálogo renderia um bom exemplo pra quem sofre de baixa auto estima.

Diego: Vou mandar nosso diálogo pra Rô. Ela vai amar! Mas sabe o que é pior? Ela também se acha a tal, mas não diz. Faz um estilo meio retraída, sabe? O que é uma pena!

Beta: É que pscicologicamente falando, quem é bom, é reconhecido, não precisa sair por aí alardeando.
Diego: Mas eu sou reconhecido normalmente. Mas gosto de alardear!
Beta: Avisar ao mundo daquilo que eles devem reconhecer, né?
Diego: Exato! Já pensou o quanto as pessoas que não nos conhecem e não convivem com a gente perdem a todo instante?
Beta: Vou publicar nosso diálogo no blog. Assim todo mundo fica sabendo!
Diego: Boa! Viu, tu me deu pista, aí meu avião saiu voando a milhões!
Beta: Não é pra quem quer, é pra quem pode!

Cada um cada um

Eu sei que sou diferente. É fato! Mas estranha, não!
Acontece que gosto de umas coisas estranhas, isso sim! Principalmente quando se trata de comida!

Não gosto de pinhão. Não sei bem o que é. O fato é que quando eu mordo, parece que dá um negócio lá nos carrinhos, sabe? Ui! Também não gosto de coco. Detecto há quilômetros de distância. Pode ser só um pouquinhozinho de leite de coco na receita. Eu descubro. Sério! Agora, água de coco eu amo! Não sei explicar, sou assim e pronto!

Também não gosto de manga. Tenho lembranças de uma época em que eu gostava de manga, mas não mais. De qualquer forma, não é algo que, se tiver lá, misturada com outras coisas, me impeça de comer! É um lance meio que de textura eu acho. Igual pudim e gelatina. Não gosto dessa coisa flambada que quando a gente come parece que se esmaga contra os dentes.

Não como peixe de nenhum jeito que não seja cru. Peixe cozido, assado, frito ou recheado, nem pensar! Agora, sashimi, hummm, amo! Também amo polvo, ostras, mariscos, mexilhões e afins! E escargot! Ai que delícia! Necessário abstrair do fato de que estamos comendo lesmas, mas que é bom, ah, isso é! Comi uma espécie de ostra lá no Japão, só que a bichinha tava viva! Se contorceu toda quando eu taquei limão. Tá, experimentei, mas nunca mais! Gosto bem ruim!

Escolher comida com ela olhando pra gente também não é comigo. Já aconteceu, pesquei o peixe e depois ele voltou pra mim, transformado em sashimi, mas ainda tendo espasmos. Ou nas Filipinas, a gente tinha que escolher nos tanques entre mariscos, ostras, lagostas, carangueijos, camarões e peixes. Fiquei nos que não tinham olhos! Ou nos que eram muito, mas muito feios mesmo.

Amendoim eu não suporto nem o cheiro. E se alguém comer perto de mim, pode ter certeza de que eu vou saber. É mais forte que eu. Mas nozes, castanhas, pistache… adoro! O problema é mesmo só com o amendoim. Agora, bom é o pão de queijo da Naiany. Daqueles legítimos mineirinhos mesmo…

Mas minha comida preferida de todas do mundo inteirinho é uma só: sorvete de menta com pedaços de chocolate! Hummmm! Coisa mais boa que é arrancar um siso e poder se esbaldar de sorvete sem culpa!
Taí: diferente, sim, estranha, não!

Porre no telhado

Faz tempo que isso aconteceu, mas ficou pra sempre na memória!

Não sei se era final de primeiro grau ou final de segundo, o fato é que haviam acabado as aulas naquele dia. Eu e a Mônica, as duas da pá virada, resolvemos comemorar. Já havíamos aprontado ALGUMAS durante nossa época de Concórdia, então dessa vez a coisa tinha que ser master!

Decidimos então ir da escola direto pra casa dela, pois estaríamos sozinhas! Cenário perfeito para qualquer coisa que inventássemos! Logo que chegamos, avistamos o Armazém da Esquina e, automaticamente, as duas mentes bolaram o plano. A comunicação era praticamente telepática!

Fomos até o armazém e compramos uma garrafa de vinho. De plástico. Daquelas de um litro e meio. Vinho de sagú. “Crônicas de uma morte anunciada”. Obviamente que não poderíamos simplesmente beber o vinho assim, sentadinhas nas cadeiras, batendo papo. Não! Decidimos subir no telhado.

A casa da Mônica é aquelas cheia de telhadinhos, sabe? Um telhadinho em cima da sacada, daí num outro nível tem o principal e depois outro pedacinho um pouco mais baixo… enfim, era facinho de subir! E mesmo que não fosse, estávamos decididas.

Lá em cima, sentadas, no calor de dezembro, tomamos aquele vinho. E rimos! Rimos das histórias, rimos do que aprontamos, rimos de todos os caras feios que tínhamos beijado naquele ano, rimos da situação… rimos de nós mesmas! Aí acabou o vinho e era hora de voltar a terra firme!

Nem preciso dizer que assim que descemos do telhado, corremos diretamente pro banheiro tentar devolver pro universo aquele suco doce e alcoólico que havíamos ingerido. Era um revezamento. E a gente ria!
Até que, eu fazendo xixi e a Mônica na frente do espelho, ela brinca: “Já imaginou minha mãe chegando agora? Oi mãe!”. Rimos mais. E ela bem séria olhou pro espelho e repetiu: “Oi mãe!” E eis que surge a dona Fátima por trás da porta.

Se ela nos xingou eu não lembro. Já acho impressionante eu lembrar de todos esses detalhes que contei, então nem exijo muito. O fato é que dormimos e, quando acordamos, fizemos cada uma uma carta de desculpas pra dona Fátima. A minha começou assim: “Tia mãe da Mônica, não fica braba com a gente…”
E o gostoso de tudo isso é que já contamos essa história pra várias pessoas, e toda vez, a dona Fátima lembra do bilhete “tia mãe da Mônica” que ela guarda com ela até hoje!

Taí, nunca fiz amigos bebendo leite mesmo!

É sexta-feira

Acordar na sexta-feira de manhã não é menos torturante do que acordar nos outros dias da semana. Mas pelo menos na sexta a gente pode pensar “tudo bem! Amanhã durmo até as 3 da tarde”. Como é boa a sexta-feira!!! Fora esse momento mauhumormatinaldetodososdias, a sexta-feira é aquele dia que tudo pode! Pode ir de tênis pro trabalho (casual Friday), pode sair mais cedo, pode fazer happy hour sem culpa e pode se esbaldar na balada, afinal, ainda temos dois dias pra recuperar o corpinho.

Pois bem, minhas últimas sextas-feiras não têm sido assim, tão animadas! Na verdade, eu chego a desejar que chegue logo a segunda-feira. Dá pra imaginar? Ou pior, suspiro por um feriado, uma folga ou ao menos um sonho bom! Pois é, tenho trabalhado muito e, pra ajudar um pouco, estamos no início do TCC na pós. Ou seja, quando não é pensando em trabalho, é pensando em trabalho!

Tem outras duas coisas que ajudam! O apê novo e todas as incomodações decorrentes dele e aquela promessa que fiz lá no começo do ano, de que faria revisão em todos os médicos para chegar linda, gostosa, saudável e absoluta nos meus 30 aninhos. Agora põe tudo isso na mesma panela e imagina o estrago que dá!!!

O resultado disso é óbvio: noites de insônia (logo eu!), exames médicos com celular na mão, respondendo e-mails, discussões com a construtora, o marceneiro, o arquiteto e todo o resto via e-mail e sms e claro, reuniões do grupo do TCC em horário de happy hour, em plena segunda-feira, tomando aquela Stellinha gelada.

Mas enfim, estamos aqui para falar da sexta-feira, não é mesmo? Pois olha só o que ela precede: aula hoje à noite, aula amanhã de manhã, aniversário da vó no domingo, aula na segunda e… aula na terça! Aiiii que delííícia! Era tudo o que eu queria para esse final de semana.

Acho que o negócio será apresentar o trabalho hoje e ir pro pub aquele que a loira indicou, onde tem torre de chopp. Assim ninguém vai se importar se eu chegar na aula amanhã com cara de travesseiro.

Chega logo sexta que vem!

E viva a bipolaridade!

Quem duvida é louco!

Tá ligado naquele lance de “não acredito em bruxas, mas que elas existem, existem”?
Pois então, eu acredito nelas, então a coisa piora um pouquinho!

Passo tranquilamente por baixo de escada. Se precisar jogar um espelho no chão, jogo sem problemas. Adoro gatos pretos. Tenho duas sombrinhas lindas e abro elas em qualquer lugar, mesmo se for dentro de casa. Não saio por aí procurando trevo de quatro folhas. Enfim, superstição popular não é comigo!

Agora, palavra tem poder. E se alguém falar merda, bato na madeira. E nem são aquelas três batidinhas, sabe? Não, pego a madeira e já dou na cabeça de quem falou a merda, pra aprender. Palavra tem poder. Isso é certo! Aprende a falar coisas boas. Deixa claro pro universo o que tu quer que ele responde, na hora que ele achar mais acertada.

Sal grosso é bom também, porque trabalha a energia da gente. Ah a energia! Se tem uma coisa em que eu acredito, é em energia! Gente do mal deixa a gente pra baixo. Gargalhadas deixam a gente pra cima. Cansaço deixa a gente pra baixo. Amor levanta o astral lá no céu…

Agora tem uns sinais que o universo dá pra gente que é melhor seguir. Por exemplo: Grêmio jogando, chuta, chuta, chuta, e nada de gol. De repente vou no banheiro e o que acontece? A bola entra! Ahhhh! Passo o resto do jogo no banheiro. Como não?

No jogo contra o Santos, por exemplo. Um frio, peguei minha super-hyper-mega-linda jaqueta de inverno do Grêmio (presente da Beta!), mas em meio a pulaçada da Geral, comecei a suar, tirei e fiquei segurando. E aquele primeiro tempo: 2 x 0 pro Santos, Jonas perdendo pênalti… parecia o fim! Aí veio o intervalo, a torcida sentou. O vento gelado bateu. Botei a jaqueta. Recomeça o jogo e… gol do Grêmio. Recomeça a pulaçada e vem o calor. Fico com a jaqueta e… gol do Grêmio. Começa a escorrer o suor pela testa, mas me mantenho no mesmo lugar, na mesma posição… E COM A JAQUETA. Bom, todo mundo sabe que o Grêmio ainda fez mais dois e levou a torcida a loucura.

Não preciso nem dizer que suei todo o meu xixi. Bendita jaqueta. Bendita! Faltam 4 horas pro segundo jogo e eu to aqui já, sentadinha em frente a TV, com a tacinha de vinho na mão… e vestindo a JAQUETA!

Melhor não arriscar!

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